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COVID-19 [Portugal] Comunicado IntellCorp

Atualizado: Abr 11




COMUNICADO



A IntellCorp, no âmbito do que é a sua Responsabilidade Social bem como postura apolítica, e após várias interpelações por contactos e clientes, vem expor a sua posição relativamente ao tema “Coronavirus | COVID-19”.


A IntellCorp tem acompanhado activamente a evolução internacional da questão, sob o ponto de vista social, político e económico. Esse acompanhamento engloba as organizações mundiais, regionais e nacionais. O acompanhamento é fruto de necessidades sentidas pelos clientes da IntellCorp de uma análise táctica e estratégica essenciais a uma continuidade empresarial e uma avaliação de riscos realista, actual e disponível em tempo útil;


A IntellCorp tem, assim, acompanhado o evoluir da situação em território nacional (TN), com as seguintes conclusões base:


  • O coronavírus COVID-19 é um vírus de rápida propagação. Não existe vacina e estimativas apontam para entre três e dezoito meses para vir a estar alguma em comercialização. Alguns factores como a velocidade de propagação e as consequências terminais (em percentagem) revelam-se de maior gravidade que em vírus sazonais já conhecidos. As formas de transmissão encontram-se apenas parcialmente referenciadas;


  • O tempo de resposta do Estado, via administração central, é lento e inadequado e não incorpora análises, estimativas e projecções (realistas) que permitam uma reacção preventiva por parte dos diversos organismos públicos e privados e da sociedade civil. Observa-se alguma incapacidade de tomada de decisão (em tempo útil e|ou efectiva) ao nível das estruturas-chave governamentais, reflectindo preocupações políticas no âmbito da política e economia nacionais a médio prazo, em detrimento do bem-estar e saúde dos cidadãos. Em consequência, observa-se uma elevada probabilidade de reflexos extremamente negativos, a médio prazo, para a continuidade empresarial;


  • O tempo de reacção da administração local e de algumas instituições públicas é lento, não obstante algumas excepções;


  • Salientam-se, pela positiva, algumas instituições e organismos públicos e privados e empresas que unilateralmente (e explorando a sua autonomia) se encontram a accionar medidas adequadas de resposta à propagação do COVID-19. Contudo, estimamos que o esforço e postura destes organismos, instituições e empresas não será suficiente para uma prevenção adequada e atempada, por falta de suporte de medidas de âmbito nacional;


Neste quadro, a IntellCorp encara com apreensão a aparente lentidão e inadequação de medidas nacionais exigíveis e pertinentes, evitando a propagação do COVID-19, recomendando aos seus clientes e contactos a adopção das seguintes medidas :


  • Evitar sempre que possível quaisquer deslocações nacionais ou internacionais dos seus colaboradores


  • Redução ao máximo de colaboradores presentes nas instalações


  • Planeamento para 60 dias de autonomia (empresa, colaboradores e seu agregado familiar)


  • Adopção de medidas que possibilitem o trabalho à distância e eventuais medidas de controle (consentidas pelos seus colaboradores e no âmbito da legislação)


  • Entrega de instruções de prevenção adequadas aos colaboradores, designadamente pela recomendação de permanência no domicílio, evitando deslocações


  • A implementação das medidas de prevenção supra irão não só permitir um combate objectivo à propagação do COVID-19 como contribuirão para alguma redução de custos na empresa (electricidade, água, combustível, etc). Acresce a contribuição positiva de: eliminar um previsível futuro absentismo dos colaboradores; fornecer uma rede de segurança objectiva e um apoio psicológico valiosíssimos ao colaborador e sua família (permitindo a reunião familiar em casos de necessidade de apoio a crianças em idade escolar ou idosos), o que se traduzirá igualmente num retorno positivo na postura do colaborador para com a empresa.

A IntellCorp encontra-se convicta de que com as medidas certas e a solidariedade e responsabilidade colectiva e individual dos portugueses, Portugal irá ultrapassar positivamente este período de dificuldades.


A IntellCorp recorda Luís Vaz de Camões e o oportuno excerto do Canto VIII dos Lusíadas: “Adivinhar perigos, e evitá-los”.




Em Lisboa, 12 de Março de 2020

www.intellcorp-portugal.com



Para ler Comunicado em redes sociais e PDF


O presente comunicado corresponde a uma análise IntellCorp baseada em fontes próprias nacionais e internacionais e em pesquisa direccionada para as necessidades dos seus clientes, colaboradores e contactos.


Para informação oficial a IntellCorp recomenda a consulta dos sites da Organização Mundial de Saúde (WHO) em https://www.who.int/ e da Direcção Geral de Saúde (DGS) em https://www.dgs.pt/





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